Sedentarismo é a falta de exercicio físico constante. E na
sociedade moderna, poucas pessoas realizam exercicios constante tanto nas
suas horas de trabalho quanto na de lazer . Atualmente,
somente algumas profissões requerem atividade física.
A maioria das pessoas andam de carro ou transporte coletivo(onibus)
ao invés de caminhar, andam de
elevador ao invés de usar escadas, e permanecem
sentadas durante a maior parte de
seu tempo livre ao invés depraticarem
alguma atividade física. Os
benefícios que o exercício
nos proporciona vão desde nos
sentirmos melhor, aparentarmos fisicamente
melhor, realizar melhor nossas atividades
diárias, até proteger-nos contra doenças cardiovasculares.
Com isso, a prática de atividade esportivas, combatendo o sedentarismo,
torna-se um aliado importante para o combate de doenças cardiovasculares.
Obesidade é provavelmente a doença crônica mais comum
em todo o mundo. Estudos sugerem que 1/3 da população adulta
e metade das mulheres estão 20% ou mais acima de seu peso ideal.
Acredita-se que só os norte-americanos, despendem 30 a 40 bilhões
de dólares anualmente em medicamentos, alimentos, academias e outros
no intuito de controlarem seu peso. Excesso de peso aumenta o risco de
hipertensão, coronariopatias, diabete, doenças da vesícula,
apneia do sono, gota, arteriosclerose, infarto do miocárdio, doenças
articulares degenerativas, úlcera por êxtase venosa, síndrome
de hipoventilação pulmonar, ronco, aumento da incidência
de câncer dos ovários, útero, seios, próstata,
e vesícula. Aumento do risco com cirurgias, propensão a acidentes
e pseudotumor cerebral.
É um fator de risco
que, quando associado com colesterol
alto e diabetes, ganha grande importância
do ponto de vista do
desenvolvimento de doenças cardiovasculares
e como tal deve ser levado
a sério. Perder peso pode ser
uma medida de muita importância para o
controle de doenças como Diabetes
e Hipercolesterolemia, doenças estas
intimamente relacionadas ao desenvolvimento e progressão de doenças
cardiovasculares.
O stress, ou tensão emocional, é
um mal que faz muitas
pessoas sofrerem. Para as pessoas que
têm problemas de coração
ou pressão alta, o stress pode
agravar a doença e dificultar o tratamento. Como
não podemos eliminá-lo de
nossas vidas, devemos aprender a administrá-lo,
procurando sempre uma qualidade de
vida melhor. Lembre-se que querer nem
sempre quereré poder, muitas
vezes desperdiçamos tempo e energia
na realização de tarefas ou sonhos
impossíveis. Se você tiver
dificuldades, tente os exercícios
de relaxamento ou meditação.
O estresse é um mecanismo normal, necessário e benéfico
ao organismo, pois faz com que o ser humano fique mais atento e sensível
diante de situações de perigo ou de uma dificuldade. Na pré-história,
por exemplo, quando um homem saía para caçar um javali, era
preciso um certo nível de estresse para que ele pudesse enfrentar
riscos. Assim, a constrição dos vasos periféricos,
o aumento da pressão arterial, a respiração ofegante
e a dilatação das pupilas se tornavam positivos, pois ele
sangraria menos ao levar um corte, teria seu corpo mais oxigenado, seus
músculos enrijecidos permitiriam que corresse mais e ele enxergaria
melhor no escuro. O estresse funcionava, então, como um mecanismo
de sobrevivência. Certo nível de estresse pode ser benéfico,
ao estimular o corpo, melhorando sua atuação. Mas, se o nível
aumenta muito, o estímulo benéfico é substituído
pela fadiga e, mais adiante, pode gerar a suscetibilidade a doenças
físicas e mentais. Cada um tem um nível diferente de tolerância
ao estresse: algumas pessoas parecem não sofrer efeitos negativos
de níveis aparentemente altos, enquanto outras suportam apenas algumas
mudanças por vez em sua vida, sem se tornarem ansiosas, deprimidas
ou doentes.
O estresse se torna prejudicial quando se transforma em um processo crônico
e o indivíduo passa por diversas situações estressantes
no dia-a-dia, sem descanso. Essa pressão constante acaba deteriorando
o corpo. Além disso, hoje as situações desgastantes
são muito mais de ordem intelectual do que física, mas o
ser humano continua reagindo a elas com um mecanismo de sobrevivência
de dez mil anos atrás. Como não se pode mudar o organismo,
é preciso aprender novas formas de defesa. No início, o estresse
é muito sutil, e as pessoas tendem a negar sua existência,
como se fosse uma coisa feia ou errada. Isso dificulta a identificação.
Em primeiro lugar, é preciso admitir que o estresse está
presente. O diagnóstico é feito, então, a partir dos
sintomas: a associação de três ou quatro sintomas vagos
(não específicos), como insônia, cansaço e dores
de cabeça, por exemplo, compõe um quadro de estresse.
A pessoa estressada apresenta-se cronicamente tensa, cansada e irritada.
Há um comprometimento da criatividade e da flexibilidade. Fisicamente,
a testa permanece franzida, a dor de cabeça é constante e
as unhas são roídas. O estressado alimenta-se mal, apressadamente,
tem transtornos digestivos, pode dormir demais ou ter insônia. No
aspecto sexual, acontece a falta de libido ou a hipersexualidade, quando
o indivíduo tenta descarregar sua tensão no ato sexual. É
como uma reação em cadeia, em que os problemas vão
gerando mais problemas, e um aspecto da vida interfere em outro. A pessoa
tem a sensação de estar com o "saco cheio", e acaba afetando
aqueles que estão a sua volta.
Hoje, os pequeninos também têm uma vida social intensa. Dividem-se
entre as festinhas, os passeios, o shopping, a escola, as aulas de
inglês, natação, ballet, futebol, judô,... Ufa!
Por isso, o estresse afeta as crianças tanto quanto os adultos.
Elas ficam masi agitadas, com dificuldades para comer e choram por qualquer
motivo. A cobrança excessiva dos pais quanto o desempenho escolar,
por exemplo, também pode provocar o estresse infantil. O tratamento
de estresse em crianças é feito com os mesmos medicamentos
indicados para os adultos, mas, para que se obtenha uma melhora mais rápida,
é preciso que os pais mudem de atitude com relação
à criança e ao convívio familiar. Muitas vezes, a
causa do estresse está dentro de casa.