Robert J. Barro
Atualmente R. Barro é professor de economia na Universidade de
Harvard.
Barro argumenta que há pouca relação entre os déficits
orçamentários, de um lado, e a taxa de juros, taxa de
investimento e poupança, e taxa de crescimento da produtividade,
por outro lado. Para ele, os déficits não tem importância
pois somente as gerações futuras pagarão estes
déficits, i.e., no longo prazo, não afetando a economia no
curto prazo. Barro
também tem trabalhado no conceito de reputational equilibria,
um fator posterior a análise das expectativas racionais, que
prega a impossibilidade de saber quando o governo seguirá uma
política de baixa ou alta inflação (dado as preferências
dos
cidadãos, policymakers, tecnologia de produção
e oportunidades de negócio). Outra conclusão é que
as medidas econômicas
podem ser avaliadas pela identificação das reações
dos agentes; assim estuda-se como política tributária pode
influenciar o
crescimento.
Durante os anos 70, R. Lucas, T. Sargent e R. Barro foram os fundadores
da economia Clássica Nova
(ou novoclássicos), que defende a hipótese de que
os preços e salários sejam flexíveis; desta maneira,
os novoclássicos se
opõe a concepção de preços e salários
rígidos, presentes na economia Keynesiana Nova (ou novoskeynesianos).