UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

CENTRO DE ESTUDOS GERAIS

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E FILOSOFIA

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA

 

 

 

 

 

 

Seleção para o Programa de Pós-graduação em História
para o ano de 2000
(Área de Concentração: História Social)

 

A Universidade Federal Fluminense torna público, para conhecimento dos interessados, que estarão abertas as inscrições para as provas de seleção do Curso de Pós-Graduação em História (Mestrado e Doutorado) de 25 de outubro a 26 de novembro de 1999. As provas serão realizadas no período de 06 a 17 de dezembro de 1999, segundo cronograma a ser divulgado no dia 30 de novembro de 1999.

Universidade Federal Fluminense
Instituto de Ciências Humanas e Filosofia
Programa de Pós-Graduação em História
Campus do Gragoatá Bloco “O” - sala 503
24210-350 - Gragoatá - Niterói - RJ
Tels:     (021) 620-8360 – direto
             (021) 620-8080 ramal 268
             (021) 620-5194 ramal 215

e-mail: [email protected]
URL: http://www.uff.br/gph

Horário de funcionamento da Secretaria para Inscrições:
de segunda a sexta: 10 às 12 horas e de 14 as 18 horas.


1. DOS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS

1.1 - Cópia xerox da Carteira de Identidade (RG) e do CPF para os canditados brasileiros ou do passaporte para canditados estrangeiros.

1.2 - Cópia xerox do Diploma ou Certidão de Conclusão de Curso de Graduação. Caso ainda não tenha tais documentos, o candidato poderá apresentar declaração emitida pelo Coordenador, ou autoridade equivalente de seu curso, atestando a condição de provável formando, ficando a matrícula condicionada, se aprovado, à apresentação dos documentos inicialmente mencionados.

1.3 - Caso já o tenha, o candidato deverá apresentar o seu Diploma de Pós-Graduação.

1.4 - Histórico Escolar da Graduação e, se for o caso, também da Pós-Graduação.

1.5 - Caso o candidato requeira isenção da prova de língua estrangeira, documento comprobatório de conclusão do respectivo curso e/ou certificado de aprovação em exame de proficiência, emitido por instituição credenciada. Esta isenção não é automática e dependerá de parecer da Banca Examinadora, inclusive, no caso de línguas diferentes daquelas para as quais são propostas as provas, quanto à sua pertinência para a pesquisa proposta.

1.6 - Recibo de pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 20,00 (vinte reais) efetuado:

a) No UNIBANCO, Posto UFF (Agência do Campus Universitário, Campus do Gragoatá, s/nº, Gragoatá ou Agência do Valonguinho, rua São Paulo, s/nº, Valonguinho), Niterói, RJ. O depósito deverá ser feito em Guia de Arrecadação da UFF disponível nas agências acima. (Código do Órgão: 158006, Classificação da Receita: 165206.00).

b) Em qualquer agência do BANCO DO BRASIL, através de Guia de Depósito com os seguintes dados:

Nome do Cliente: Universidade Federal Fluminense
Depositado por: PROPP/Pós Graduação em História/ UFF
Deposito identificado (código-dv)/ Finalidade: 15305615227127-7 / Arrecadação receita inscrições p/concursos e assemelhados
Agência: 3602-1
Nº da Conta: 170500-8

OBS: O nome do candidato deve ser colocado no recibo depois de efetuado o pagamento e antes de enviá-lo junto com a documentação para o Programa.

1.7 - Projeto (Doutorado) ou Plano (Mestrado) de Pesquisa.

1.8 - Curriculum Vitae distribuído segundo as seguintes rubricas: 1) Dados pessoais; 2) Formação acadêmica a partir da graduação; 3) Experiência profissional pertinente; 4) Publicações; 5) Participações em eventos da área.

1.9 - Ficha de Inscrição preenchida.

1.10Carta dirigida à Coordenação do Curso, explicitando os seguintes pontos:

a) A relação entre a Pós-Graduação em História e os interesses profissionais do candidato.

b) As razões da escolha pelo Programa de Pós-Graduação em História da UFF.

c) Os compromissos profissionais já assumidos e que serão mantidos durante o curso, indicando sua natureza e horário de trabalho.

d) Disponibilidade real de tempo que dedicará às atividades de pós-graduação.

e) Se pretende solicitar bolsa de estudos do Programa.

f) Caso o candidato não vá solicitar bolsa de estudo do programa, se pretende contar com algum outro tipo de auxílio (bolsa PICD ou equivalente).

1.11- Os documentos referentes aos itens 1.1, 1.2, 1.3, 1.4, 1.5 e 1.6 (a via amarela, no caso do pagamento da taxa de inscrição em Niterói, ou comprovante de depósito original no caso de pagamento em outras praças) deverão ser encaminhados em um envelope pardo, modelo A4, identificado externamente pelo nome do candidato de maneira visível e legível. O envelope deve ser mantido aberto.

1.12- Os documentos referentes aos itens 1.7, 1.8, 1.9 e 1.10 deverão ser apresentados em folha modelo A4, encadernado num só volume, com espiral e capa superior transparente, obedecendo à ordem dos itens indicada no início deste item, em 6 (seis) vias para os candidatos ao Mestrado e em 8 (oito) vias para aqueles ao Doutorado no caso do setor de Moderna e Contemporânea, e 3 (três) vias para Mestrado e Doutorado no caso de Antiga e Medieval.

1.13- Os documentos comprobatórios pertinentes ao curriculum vitae apresentado, tanto para os candidatos ao Mestrado quanto ao Doutorado, devidamente identificados por uma folha de rosto com o nome e a postulação do candidato (Mestrado ou Doutorado), deverão ser apresentados em apenas uma via, em folha modelo A4, encadernado com espiral e capa superior transparente, obedecendo à ordem dos itens do curriculum.

1.14- Recomenda-se aos candidatos a apresentação de exemplar ou cópia de suas publicações e da dissertação de Mestrado (sempre que aplicável). Esses trabalhos deverão ser apresentados acondicionados em uma ou mais caixas-arquivo de papelão, tipo “bank box”, tamanho aproximado de 36x25x14 cm, identificada externamente na lombada com o nome e a postulação do candidato.

1.15- Será facultada a inscrição pelos Correios, via SEDEX. Toda a documentação deverá ser encaminhada à:

A/C Prof. Guilherme Pereira das Neves, Subcoordenador
Programa de Pós-Graduação em História
Universidade Federal Fluminense
Caixa Postal 100.140
24001-970 Centro Niterói RJ

até o dia 22 de novembro de 1999 (data de postagem) com AR (Aviso de Recebimento). A ausência de qualquer um dos documentos solicitados desqualificará a inscrição.

1.16- Todos os candidatos terão o prazo de 30 (trinta) dias, após o término do concurso, para a retirada, na Secretaria do Curso, de uma das vias de seus respectivos documentos e dos exemplares ou cópias dos trabalhos encaminhados. No caso dos aprovados, apenas os exemplares e cópias de trabalhos serão devolvidos. Ao final deste prazo, toda a documentação será descartada.

2. DAS VAGAS

Setor de Antiga e Medieval

-         Doutorado:          5 (cinco) para História Antiga e Medieval.

-         Mestrado:            4 (quatro) para História Antiga.

-                                      2 (duas) para História Medieval.

 

Setor de Moderna e Contemporânea

-         Mestrado : 20 (vinte).

-         Doutorado: um total de 20 (vinte) vagas, distribuídas em dois conjuntos de 10: o primeiro para aqueles que pretendem concorrer a bolsa do Programa e o segundo para candidatos que não se disponham a concorrer a bolsa de estudos do Programa, especialmente bolsistas de PICD ou que disponham de outra bolsa de tipo equivalente.

Observação: Todas as vagas serão disputadas igualmente por alunos brasileiros ou estrangeiros.

3. DA SELEÇÃO

3.1 - MESTRADO

Os candidatos inscritos para o Mestrado submeter-se-ão a três fases de avaliação, compreendendo:

1ª. Prova escrita de História e avaliação do plano de pesquisa apresentado no ato da inscrição;

2ª. Entrevista;

3ª. Prova de uma língua estrangeira (a escolher: inglês, francês, espanhol).

3.1.1 - Da primeira fase (prova escrita e plano de pesquisa)

a) Prova escrita

- Será realizada com base numa lista de cinco pontos e bibliografia mínima anexas a este Edital, sem identificação do nome do candidato, que será substituído por um código;

- O candidato deverá, no dia da prova, optar por uma das cinco questões que a Banca Examinadora formulará a partir dos pontos do Edital;

- A prova deverá ser desenvolvida na língua portuguesa;

- Na avaliação da prova escrita serão valorizados a forma de construir e encaminhar a questão escolhida, o conhecimento específico de conteúdo e a capacidade de expressão escrita;

- A bibliografia anexa aos pontos será considerada como bibliografia mínima, valorizando-se as adições feitas pelo candidato.

- O desenvolvimento do ponto escolhido pelo candidato deverá obrigatoriamente contemplar um balanço historiográfico sobre o tema.

b) Plano de pesquisa

- Deverá ter entre 5 e 10 páginas em papel modelo A 4, fonte Times New Roman 12, digitado em espaço 1,5, redigido em Português.

- Deverá explicitar o tema de pesquisa, sua relevância e viabilidade, as principais fontes de investigação e bibliografia básica, incorporando uma breve discussão conceitual

- O plano de pesquisa será identificado.

Serão classificados para a segunda fase os candidatos que obtiverem média aritmética igual ou superior a 7,0 (sete) entre a nota da prova escrita e a nota do plano de pesquisa.

3.1.2 - Da segunda fase (entrevista)

- Constará de exame oral/ argüição sobre a prova escrita, o plano de pesquisa e a trajetória acadêmica do candidato;

- A entrevista tem caráter eliminatório, sendo exigida a nota mínima 7,0 (sete) para a aprovação do candidato.

3.1.3 - Da terceira fase (prova escrita de língua estrangeira)

·      Somente os candidatos aprovados na 2ª (segunda) fase farão prova de língua estrangeira.

·      Exigir-se-á do candidato que demonstre a sua capacidade de compreensão de leitura na língua, escolhida por ocasião da inscrição, por meio da realização de resumo e de respostas, em português, a um questionário a respeito de texto selecionado pela Banca. Permite-se a utilização de quaisquer dicionários.

Os candidatos não aprovados na prova de língua estrangeira ficarão com suas matrículas condicionadas à aprovação em uma nova avaliação (na mesma língua), que deverá ser prestada até o final do 1º semestre letivo de 1999. Antes desta prova, a tais candidatos será facultado assistir, como ouvintes, a seminários da Pós-Graduação, desde que haja o acordo dos professores responsáveis. Não poderão, de forma alguma, porém, postular a integralização destes seminários como créditos.

Se aprovados nesta nova avaliação, serão reclassificados, para efeito de concessão de Bolsa, depois do último candidato aprovado globalmente nas três fases da seleção, respeitados, entre os reclassificados, as médias finais obtidas originalmente.

O estudante estrangeiro ficará isento de prestar prova em sua língua materna.

 

3.2 - DOUTORADO

Os candidatos inscritos para o Doutorado serão avaliados em três fases 1) Exame do Projeto de Pesquisa, 2) Entrevista e 3) Prova escrita de Língua Estrangeira. A nota mínima de aprovação em cada fase é 7,0 (sete). O candidato que não a alcance no exame do projeto, ipso facto, ficará inabilitado para as etapas subsequentes da seleção.

3.2.1 – Do Projeto de Pesquisa:

a)     O projeto de pesquisa, com cerca de 30 laudas, deverá ser apresentado em papel modelo A 4, fonte Times New Roman 12, digitado em espaço 1,5, redigido em Portugês.

b)     Do projeto de pesquisa deverão constar o tema de pesquisa, sua relevância e viabilidade, uma discussão conceitual e metodológica, as fontes de investigação e bibliografia básica, assim como cronograma de trabalho.

3.2.2 - Da Entrevista

·        Constará de argüição sobre o projeto de pesquisa e a trajetória acadêmica do candidato.

3.2.3 – Da Prova Escrita de duas Línguas Estrangeiras (a escolher: inglês, francês, espanhol)

·      Exigir-se-á do candidato que demonstre a sua capacidade de compreensão de leitura nas línguas escolhidas por ocasião da inscrição, por meio da realização de resumo e de respostas, em português, a um questionário a respeito de texto selecionado pela Banca. Permite-se a utilização de quaisquer dicionários.

Os candidatos não aprovados na prova de língua estrangeira ficarão com suas matrículas condicionadas à aprovação em uma nova avaliação (na mesma língua), que deverá ser prestada até o final do 1º semestre letivo de 2000. Antes desta prova, a tais candidatos será facultado assistir, como ouvintes, a seminários da Pós-Graduação, desde que haja o acordo dos professores responsáveis. Não poderão, de forma alguma, porém, postular a integralização destes seminários como créditos.

Se aprovados nesta nova avaliação, serão reclassificados, para efeito de concessão de Bolsa, depois do último candidato aprovado globalmente nas três fases da seleção, respeitados, entre os reclassificados, as médias finais obtidas originalmente.

O estudante estrangeiro deverá prestar prova de língua portuguesa, e de uma outra, que não seja a sua materna.

4 - CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO

Os candidatos aprovados serão classificados pela média aritmética das notas obtidas na 1ª e 2ª fase da seleção, no caso do Mestrado, e pela média aritmética do julgamento do projeto de pesquisa e da entrevista, no caso do Doutorado, em ordem decrescente, até o limite das vagas previstas.

Havendo candidatos com a mesma nota final e idêntica classificação, far-se-á o desempate levando-se em consideração, sucessivamente, os seguintes critérios:

a)   melhor nota na 1ª fase, para o Mestrado, e melhor nota no julgamento do Projeto de Pesquisa, para o Doutorado.

b)   melhor nota na entrevista;

c)   o mais idoso.

5. DISPOSIÇÕES GERAIS

5.1 - Os candidatos deverão exibir documentos de identidade sempre que solicitados e deverão apresentar-se antes do início das provas.

5.2 - Os candidatos que realizarem inscrição pelos correios deverão exibir cópia de todo o material enviado sempre que solicitado.

5.3 – Uma vez aprovados e classificados, só poderão concorrer a bolsas de estudo do Programa os candidatos que explicitamente tiverem declarado pretender fazê-lo na carta dirigida à Coordenação do Curso.

5.4 - Não serão aceitas inscrições com documentação incompleta.

5.5 - Os candidatos interessados em ingressar no Doutorado no setor de História Antiga e Medieval, deverão apresentar no ato da inscrição uma carta de um professor orientador da área, com o compromisso da orientação, caso o candidato seja aprovado na seleção.

5.6 - Todos os casos não contemplados no presente Edital serão resolvidos pela Banca pertinente.


MESTRADO

Área de Concentração em História Social
Setor Temático: História ANTIGA.

Pontos:

1.   Mitos e cosmogonias: a criação do mundo e dos homens segundo os antigos egípcios.

2.   Estado e economia na Baixa Mesopotâmia da primeira metade do IIº milênio a.C.

3.   Religião, sociedade e política na antiga Judéia (séculos VI-IV a.C.).

4.   Vida e política na pólis ateniense no século V a.C.

5.   A crise da República romana.

Bibliografia Mínima

1.      BOUZON, Emanuel. O código de Hammurabi. Petrópolis: Vozes, 1987.

2.      BRIGHT, John. História de Israel. Trad. De Euclides Carneiro da Silva. São Paulo: Edições Paulinas, 1985.

3.      CARDOSO, Ciro Flamarion. org. Modo de produção asiático. Nova visita a um velho conceito. Rio de Janeiro: Campus, 1990.

4.      CARDOSO, Ciro Flamarion. Sete olhares sobre a Antiguidade. Brasília: Editora

5.      CARREIRA, José Nunes. Estudos de Cultura pré-clássica. Lisboa: Presença, 1985.

6.      CAZELLES, Henri. História política de Israel desde as origens até Alexandre Magno. Trad. de Cácio Gomes. São Paulo: Edições Paulinas, 1986.

7.      CORASSIN, Maria Luiza. A reforma agrária na Roma antiga. São Paulo: Brasiliense, 1988. Coleção Tudo é História nº 122.

8.      FINLEY, Moses I. A política no mundo antigo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.

9.      KIPPENBERG, Hans G. Religião e formação de classes na antiga Judéia. Trad. de João Aníbal G.S. Ferreira. São Paulo: Edições Paulinas, 1988.

10.  LORAUX, Nicole. Invenção de Atenas. Trad. de Lílian Valle. Rio de Janeiro: Editora 34, 1994.

11.  MAFFRE, Jean-Jacques. A vida na Grécia clássica. Trad. de Lucy Magalhães. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1989.

12.  MENDES, Norma Musco. Roma republicana. São Paulo: Ática, 1988. Coleção Princípios nº 140.

13.  SOUZA, Marcos Alvito de. A guerra na Grécia antiga. São Paulo: Ática, 1988. Coleção Princípios nº 157.

14.  TAVARES, António Augusto. Estudos da Alta Antiguidade. Lisboa: Presença, 1983.

15.  TRAUNECKER, Claude. Os deuses do Egito. Trad. de Emanuel Araújo. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 1995.


MESTRADO

Área de Concentração em História Social
Setor Temático: História MEDIEVAL.

Pontos:

1.   A villa carolíngia

2.   Senhorio e Feudalidade no Ocidente Cristão

3.   A Cidade no Ocidente Cristão da Baixa Idade Média

4.   Imaginário Político no Ocidente Cristão da Baixa Idade Média

5.   Estruturas e Movimentos Sociais na Baixa Idade Média Ocidental

 

Bibliografia Mínima

1.      BLOCH, Marc. A sociedade feudal. Lisboa: Edições 70, 1979.

2.      ____________. Os reis taumaturgos. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.

3.      DUBY, Georges. O tempo das catedrais. Lisboa: Estampa, 1979.

4.      _____________. Guerreiros e Camponeses. Lisboa: Estampa, 1980.

5.      _____________. Economia rural e vida no campo no Ocidente medieval. 2 vols. Lisboa: Edições 70, 1988.

6.      _____________. Idade Média, Idade dos homens. São Paulo: Companhia das Letras, 1982.

7.      FOURQUIN, Guy. Senhorio e feudalidade na Idade Média. Lisboa: Edições 70, 1978.

8.      GUENÉE, Bernard. O Ocidente nos séculos XIV e XV. São Paulo: EDUSP, 1987.

9.      LE GOFF, Jacques. Mercadores e banqueiros da Idade Média. Lisboa: Gradiva, 1982.

10.  _________________. A civilização do Ocidente Medieval. 2 vols. Lisboa: Estampa, 1984.

11.  _________________. O apogeu da cidade medieval. São Paulo: Martins Fontes, 1992.

12.  LOPEZ, Robert S. A cidade medieval. Lisboa: Presença, 1988.

13.  MENDONÇA, Sônia Regina de. O mundo carolíngio. São Paulo: Brasiliense, 1985. Coleção Tudo é História nº 99.

14.  MOLLAT, Michel. Os pobres na Idade Média. Trad. De Heloisa Jahn. Rio de Janeiro: Campus, 1989.

15.  SILVA, Francisco C. Teixeira da. Sociedade feudal. Guerreiros, sacerdotes e trabalhadores. São Paulo, Brasiliense, 1982.

 


MESTRADO

Área de Concentração em História Social
Setor Temático: História Social MODERNA E CONTEMPORÂNEA

Pontos:

6.   Tendências historiográficas contemporâneas

7.   Economia, cultura e sociedade na América portuguesa

8.   Poder e idéias na era das revoluções: séculos XVIII e XIX

9.   Escravidão, urbanização e movimentos sociais no Brasil do século XIX

10.Estado, Democracia e Autoritarismo no Brasil Republicano

OBS:    1) O desenvolvimento do ponto escolhido pelo candidato deverá, obrigatoriamente, contemplar um balanço historiográfico sobre o tema.

              2) Após a divulgação das questões, os candidatos terão uma hora para a consulta de material bibliográfico.

Bibliografia Mínima

1.      ARENDT, Hannah. Da Revolução. São Paulo, Ática, 1990.

2.      BOUTIER, Jean & Julia, Dominique (orgs). Passados recompostos: campos e canteiros da história. Rio de Janeiro, UFRJ/FGV, 1998.

3.      BURKE, Peter (org). A escrita da história: novas perspectivas. São Paulo, UNESP, 1992.

4.      CARDOSO, Ciro F.S.. Escravidão e abolição no Brasil, novas perspectivas. Rio de Janeiro, Zahar, 1988.

5.      CARDOSO, Ciro Flamarion S. & VAINFAS, Ronaldo. Domínios da História. Rio de Janeiro, Campus, 1997.

6.      MATTOS, Hebe Maria. Das cores do silêncio: os significados de liberdade no sudeste escravista. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1998.

7.      CHALHOUB, Sidney. Cidade febril. São Paulo, Companhia das Letras, 1997.

8.      CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade. São Paulo, Companhia das Letras, 1990.

9.      FRAGOSO, João Luiz & FLORENTINO, Manolo. O arcaísmo com projeto. Rio de Janeiro, Sette Letras, 1996.

10.  FREITAS, Marcos Cezar de (org). Historiografia Brasileira em Perspectiva. São Paulo, Contexto/USF, 1998.

11.  GOMES, Angela M. Castro. A invenção do trabalhismo. Rio de Janeiro, Relume Dumará, 1994.

12.  HOBSBAWM, Eric. Nações e nacionalismo desde 1780: programa, mito e realidade. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1990

13.  HOBSBAWM, Eric. Sobre a História. São Paulo, Companhia das Letras. 1998.

14.  HOLANDA, Sérgio B. de. Raízes do Brasil. 9a.ed. São Paulo, Companhia Editora Nacional, 1977.

15.  MATTOS, Ilmar R. de. O tempo Saquarema. São Paulo: HUCITEC, 1987.

16.  MELLO, Evaldo Cabral de. A fronda dos mazombos. Nobres contra mascates: Pernambuco 1666-1715. São Paulo, Companhia das Letras, 1995

17.  MELLO E SOUZA, Laura (org.). História da vida privada no Brasil: cotidiano e vida privada na América portuguesa. São Paulo, Companhia das Letras, 1997.

18.  MENDONÇA, Sonia Regina de. & FONTES, Virgínia. História do Brasil Recente. 3ª edição. São Paulo, Ática, 1996.

19.  MENDONÇA, Sonia Regina. Estado e economia no Brasil: opções de desenvolvimento. Rio de Janeiro, Graal, 1986.

20.  MOORE Jr, Barrington. As Origens Sociais da Ditadura e da Democracia. Lisboa, Cosmos/ Martins Fontes, 1977.

21.  NOVAIS, Fernando. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial, 1777-1808. São Paulo, HUCITEC, 1983.

22.  POLANYI, Karl. A grande transformação: as origens da nossa era. Rio de Janeiro, Campus, 1980

23.  SCHWARTZ, Stuart. Segredos internos - engenhos e escravos na sociedade colonial. São Paulo, Companhia das Letras, 1988.

24.  SOUZA, Maria do Carmo Campelo de. Estado e Partidos políticos no Brasil. São Paulo, Alfa-Omega, 1976.

25.  VIANNA, Luiz Werneck. Liberalismo e Sindicato no Brasil. 2ª edição. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1978.

 

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