Correio da História
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Ano 3, No 64 |
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27 de junho de 2000 |
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Uma Publicação Mensal da
Área de História da UFF |
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Primeiras
Palavras
Volta a circular, depois de
um longo recesso - o número 63 saiu em fevereiro -, o Correio da História. Essa longa interrupção deveu-se basicamente à
transição no processo de gestão de nossa Área de História: a nova equipe,
Carlos Addor, Márcia Motta, Guilherme Pereira das Neves, Mariza Soares, Paulo
Knauss e Ronald Raminelli, vem tomando posse, de fato e formalmente (as
instâncias da administração universitária que dão posse às chefias de
departamentos não são as mesmas que dão posse às coordenações de curso, e essas
posses ocorreram em momentos diversos ) a partir de março / abril, e desde
então vem entrando em contato mais direto, sistemático e permanente com as
questões de nosso Departamento e nossos Cursos.
Em uma das reuniões da
Comissão de Política de Pessoal, surgiram sugestões de mudanças em relação ao
modo de confeccionar o Correio, em
relação à sua periodicidade e também em relação à sua identidade gráfica e
visual. No que diz respeito à periodicidade, o Correio terá publicação mensal (mesmo porque a proposta original de
periodicidade quinzenal já não vinha sendo cumprida); no que se refere ao modo
de confecção, permanecerá o rodízio entre os membros da Comissão de Pessoal,
agora sob a supervisão de um editor permanente – o Professor Ronald Raminelli;
e, finalmente, no tocante à identidade visual, o Correio da História sofrerá mudanças, que o tornarão mais leve,
bonito e moderno (esperamos), mas não já nesta edição – a Professora Mariza
Soares está em entendimentos com a Professora Rosa Benevento, do IACS, para a
elaboração de uma nova identidade visual, não só do Correio, mas da Área de História. Bem, estas eram as necessárias “primeiras
palavras” da seção “Primeiras Palavras”.
Passaremos agora a relatar,
informando os colegas professores, alunos, funcionários e demais leitores do Correio, algumas atividades e/ou
reuniões das quais temos participado e/ou realizado, destacando aquelas que
consideramos mais significativas, a partir do mês de março do corrente ano.
No dia 24 de março o Prof.
Carlos Addor assistiu, representando o GHT, à Aula Magna proferida no auditório
da Reitoria pelo Prof. Antônio Celso Alves Pereira, ex-Reitor da UERJ e atual
Diretor-superintendente da FAPERJ; nesta aula o Prof. Antônio Celso fez um
balanço histórico sobre as atividades de fomento à pesquisa e à produção
científica e acadêmica no Brasil e em particular no Estado do Rio de Janeiro e
dissertou sobre as disponibilidades e possibilidades atuais da FAPERJ para
financiar projetos de Universidades e outras instituições de pesquisa. O Prof.
Addor fez nessa ocasião um primeiro e breve contato, em nome do GHT, com o
Prof. Antônio Celso, com quem trabalhara, nos longínquos anos setenta, em uma
instituição privada de ensino superior.
No dia 19 de abril, no
auditório do ICHF, o Pe. Ricardo Rezende Figueira (mestre em Filosofia e
doutorando em Antropologia na UFRJ) ministrou a Aula Inaugural do Curso de
História da UFF em 2000, sobre o tema “O Trabalho Escravo no Brasil
Contemporâneo”; foram muito proveitosos tanto a aula como o debate que a ela se
seguiu, com a participação de vários professores e alunos do GHT.
No dia 11 de maio os Profs.
Carlos Addor, Mariza Soares, Ronald Raminelli, Márcia Motta e Paulo Knauss
participaram de uma reunião (à qual também esteve presente o Prof. Humberto
Machado, diretor do CEG) com a Professora Ester Luck, pró-reitora de assuntos
acadêmicos (PROAC), sobre um projeto de ensino à distância, em convênio com o
Governo do Estado do Rio de Janeiro; uma cópia da proposta para a criação do
CEDERJ (Centro Universitário de Ensino à Distância do Estado do Rio de janeiro)
encontra-se disponível para os interessados com a chefia do GHT; essa foi a
primeira reunião em que o GHT foi formalmente comunicado e consultado sobre
esse projeto de ensino à distância.
No dia 12 de junho os Profs.
Carlos Addor, Guilherme Pereira das Neves e Gizlene Neder participaram de uma
produtiva reunião na FAPERJ com o Prof. Maurício Moutinho, coordenador do PAI
(Programa de Apoio à Infra-estrutura), que nos deu algumas idéias em relação ao
projeto que o GHT encaminhará à FAPERJ.
No dia seguinte, 13 de
junho, os Professores Carlos Addor e Mariza Soares, acompanhados da funcionária
Margret Engel, participaram de outra reunião, esta também bastante produtiva,
com a Professora Laura Padilha, diretora da EDUFF, para tratar de questões
atinentes à Revista Tempo. Serão em
breve agendadas duas reuniões de trabalho com dois diretores de divisão da
EDUFF. Ainda em junho, no dia 14, a Professora Mariza esteve, representando o
GHT, sua Comissão Editorial e a revista Tempo,
presente a uma reunião na Universidade de São Paulo com colegas professores
representantes de publicações, no campo da História, de outras universidades e
instituições de pesquisa do país. Segundo a Profa. Mariza, esta última reunião
na USP foi também bastante proveitosa. Enfim, estamos (a nova equipe)
trabalhando no sentido de tentar encaminhar as propostas apresentadas na nossa
carta-programa (ver Correio da História
no. 63, fevereiro de 2000 ). Continuamos contando com a imprescindível
colaboração dos colegas, alunos e funcionários do Departamento de História.
Parece-nos necessário
comentar, ainda que brevemente, nesta edição do Correio da História, a atual greve dos servidores públicos
federais, a adesão dos funcionários técnico-administrativos da UFF a essa greve
(a partir do dia 10 de maio), a posterior adesão também dos docentes da UFF (a
partir de 05 de junho) à greve e, mais especificamente, a participação tanto
dos docentes do Departamento de História como dos estudantes do Curso de
História nesse processo. Inicialmente, consideramos justa a pauta do movimento
– que inclui a defesa do serviço público gratuito e de qualidade e a reposição
do poder aquisitivo do funcionalismo público federal, corroído ao longo dos
últimos seis anos de congelamento salarial [ o índice de reajuste salarial,
simplesmente para recompor o poder aquisitivo de 1994, segundo cálculos do
DIEESE, é de 63,68% ] – e acreditamos que deve haver, senão um consenso, ao
menos uma ampla maioria de opiniões favoráveis a essa pauta, tanto na UFF como
no âmbito menor do Departamento de História.
Entretanto, se há um
consenso (ou quase) em torno da pauta do movimento, certamente não há consenso
em torno da “greve por tempo indeterminado” como forma de luta dos servidores
públicos e, mais especificamente, do movimento docente. Diríamos ser discutível
mesmo o caráter supostamente majoritário dessa posição a favor desse tipo de
greve, mais uma vez tanto no âmbito da UFF como particularmente no GHT.
Aqui no nosso Departamento,
procuramos, a partir de uma iniciativa da chefia, e também a partir do momento
em que a greve começou a se apresentar como uma perspectiva possível/provável
num horizonte próximo – ou seja, a partir das assembléias gerais da ADUFF
realizadas em fins de abril e início de maio – convocar em tempo hábil reuniões
dos professores do GHT (abertas aos estudantes), prévias às assembléias, com o
objetivo de discutir a possibilidade da greve, refletir coletivamente e
produzir subsídios a nosso ver importantes para as reflexões e deliberações das
assembléias. Realizamos três dessas reuniões extraordinárias ao longo do mês de
maio (a primeira delas no dia 09), e incluímos a questão da greve [docente] na
pauta da reunião ordinária do GHT realizada no dia 17/05, conforme calendário
anual de reuniões previamente (na reunião ordinária de 19/04) aprovado; nesse
momento, a greve dos funcionários técnico-administrativos já fôra deflagrada, a
partir do dia 10/05, e nossas condições de trabalho já estavam se tornando mais
difíceis. Essas reuniões prévias, nos locais de trabalho, buscavam resgatar uma
saudável prática/tradição do movimento docente, inclusive aqui na UFF; é bem
verdade que em outras greves, nos anos noventa ou mesmo ainda nos anos oitenta,
essas reuniões eram realizadas a partir de uma convocação feita pelos
professores representantes do ICHF no Conselho de Representantes da ADUFF. De qualquer
forma, a idéia básica foi produzir subsídios à assembléia a partir de uma
reflexão coletiva; e, de fato, conseguimos estabelecer boas discussões (em
especial nas primeiras dessas reuniões) e encaminhar às assembléias informes
fundamentados sobre as posições dos professores do GHT. Nessas reuniões, a
posição de uma significativa maioria dos professores do GHT era favorável a uma
mobilização em defesa da universidade pública, mas contrária à deflagração de
uma greve docente por tempo indeterminado. Vale também lembrar que ao longo
desse processo foi crescendo a própria presença e participação dos professores
do Departamento de História nas assembléias gerais da ADUFF; e, também ao longo
desse mesmo processo, foram sendo publicamente explicitadas visões
diferentes/conflitantes a respeito do movimento docente, da greve, da
universidade pública e sua inserção social, em suma foram sendo explicitadas
divergências políticas.
Acreditamos que isso é
natural, saudável e positivo num espaço como a Universidade – e mais ainda num
Departamento de História – que deve ser marcado pelo pluralismo político, pela
diversidade de visões de mundo e valores e, mais ainda, pela convivência
civilizada e respeitosa entre essas diversas visões/posições. Esperamos
conseguir consolidar essa convivência civilizada. Um aspecto a nosso ver
bastante positivo nesse processo tem sido a mobilização dos estudantes (e
particularmente do ICHF e do Curso de História) em defesa da universidade
pública e gratuita. Ao contrário de outras greves, em que os estudantes
priorizaram seus interesses mais imediatos, nesse momento eles revelam
compreensão em relação ao movimento docente e, além de apoiar nossa pauta de
reivindicações, eles também aprovaram, numa assembléia do DCE, uma proposta de
greve estudantil. É bem verdade que alguns se excederam numa assembléia docente
que rejeitou a proposta de greve, mas, a nosso ver, o saldo da participação
estudantil tem sido positivo.
A greve dos professores da
UFF, entretanto, tem alguns problemas. Sabemos que várias unidades da
Universidade não paralisaram suas atividades, nem pesquisas nem aulas em cursos
regulares de graduação e pós-graduação. Além disso, no momento em que estamos
produzindo esta edição do Correio da
História, última semana de junho, podemos observar que a Universidade – em
que pese o esforço de professores e alunos para manter a “greve de ocupação”
através de um calendário de atividades que inclui também atos públicos nas ruas
e praças de Niterói – já vem sofrendo um processo (previsível e, aliás,
previsto em algumas intervenções de docentes em assembléias) de esvaziamento.
Este é visível também nas próprias assembléias-gerais da ADUFF e aqui no GHT as
reuniões informais de professores foram contando, ao longo do mês de junho, com
uma presença continuamente decrescente dos colegas. Vamos tentar reorganizar
essas reuniões. Enfim, esperamos que o processo de negociação em Brasília com
órgãos e agências do governo federal tenha algum êxito e possamos em breve
retomar, mais uma vez, nossa atividades regulares em sala de aula interrompidas
pela greve. E esperamos que aqui na UFF consigamos produzir um novo calendário
que não nos penalize tanto (a nós e aos alunos), como tem acontecido. Por ora
sem mais, saudações acadêmicas da equipe de gestão da Área de História.
Rapidinhas
·
ATENÇÃO: A Representação dos Alunos
do PPGH comunica: 1) Que está solicitando a todos os colegas do PPGH que
disponham de endereço eletrônico e desejem cadastrar-se na lista que está sendo
organizada para a divulgação de notícias que enviem um e-mail para [email protected] ;
2) Que foi criada uma pasta (no. 305) no xerox do Bloco O do ICHF para que os
pós-graduandos aí coloquem resumos de suas pesquisas e meios de contato, de
modo a incentivar as trocas acadêmicas entre eles; 3) Que está sendo programada
uma espécie de Seminário para logo depois da Regional da ANPUH a fim de colocar
os pós-graduandos em contato e facilitar o conhecimento quanto à área de
atuação e interesse de cada um. Maiores notícias em breve.
·
A
Câmara Municipal de Niterói outorgará o Título de Cidadão Niteroiense ao
Professor Emérito da Universidade Federal Fluminense, Dr. Jorge da Silva Paula
Guimarães em sessão solene a realizar-se no dia 29 de junho de 2000, às 20 horas
no Plenário da Câmara Municipal de Niterói.
Oportunidades
·
O
URBANDATA comunica seu novo endereço, Praça Pio X, 7 – 7º andar
(novo prédio da Universidade Cândido Mendes), Centro CEP 20040-020, Rio de
Janeiro, tel: (21)253-1041; fax: (21)286-7146; e-mail: [email protected]; e comunica que
sua Base de Referências Bibliográficas conta atualmente com mais de 9000
títulos sobre o Brasil Urbano.
·
O
IUPERJ comunica que abriu inscrições para o Mestrado (até 25/08/00) e Doutorado
(até 06/10/00) em Sociologia e Ciência Política; Informações: Rua da Matriz, 82
– Botafogo CEP 22260-100 Rio de Janeiro, tel: 537-8020, fax: 286-7146; e-mail: [email protected]
·
Universidade
Estadual de Ponta Grossa – Curso de Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas;
cópia do Edital no Departamento.
Biblos
·
Que cara tem o Brasil?, de Monica Veloso - 07 de
junho, às 17 horas, na Livraria Divulgação e Pesquisa, Fundação Casa de Rui
Barbosa, Rua São Clemente 134, Botafogo.
·
Declínio da URSS: um estudo
das causas,
de Angelo Segrillo, doutor em História pela UFF - 06 de junho, no auditório da
UNIPLI, Rua Visconde de Rio Branco no. 137, Centro, às 19 horas.
Eventos
·
Universidade
Estadual de Londrina – Seminário Nacional “O Avesso da Modernidade – Outros
500”; Londrina, 12 a 16 de junho.
·
Instituto
Histórico e Geográfico Brasileiro – Simpósio “Momentos Fundadores da Formação
Nacional”; IHGB – Telefax: (21)252-4430 / 509-5107, e-mail: [email protected];
26 a 30 de junho.
·
Casa
de Oswaldo Cruz, FIOCRUZ – “O Darwinismo em Questão” – I Seminário
Internacional de Filosofia e História das Ciências da Vida - Mini-curso
intensivo sobre Os Fundamentos das Ciências Evolutivas; Informações: tel:
590-9122 (ramais 182 e 183), telefax: 590-3489; e-mail: [email protected]
ou [email protected];
26 a 30 de junho.
·
Programa
de Pós-Graduação em Antropologia Social, Museu Nacional, UFRJ – Seminário
“Redes Sociais e Controle da Poluição”; 29 e 30 de junho.
·
XX
Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa Histórica – Instituto
Histórico e Geográfico Brasileiro; Informações: Tel: (41)242-9879 e (41)232-5329;
Fax: (41)242-3389; de 25 a 28 de julho.
·
Universidade
Federal Fluminense (PROEX) – V Semana de Extensão da UFF – “Violência, Pobreza
e Desigualdades – Estratégias para o Próximo Milênio”; Informações – tel:
(21)620-8080, ramal 250, telefax (21)717-8484 e 717-6146; e-mail: [email protected] ;
de 23 a 26 de outubro.
·
X
Congresso da Associação Latino Americana de Estudos de Ásia e África (ALADAA),
Universidade Cândido Mendes (UCAM) e Centro de Estudos Afro-Asiáticos (CEAA) –
Universidade Cândido Mendes - informações: tel: (21)516-7157 ou (21)518-3129;
fax: (21)518-2798; e-mails: [email protected] e [email protected]r; 26 a 29 de outubro.
Dois Dedos de
Prosa com a Professora Vânia Fróes
O Simpósio Regional da
ANPUH-RJ, deverá acontecer na UFF entre
21 e 25 de agosto de 2000 com o tema “História, Memória e Comemoração”. Estando
você na coordenação que notícias traz
desse evento?
VF: A aceitação de nossa proposta foi, sem dúvida,
um sucesso. Inscreveram-se para o Simpósio em torno de 550 pesquisadores, num
total de 145 comunicações livres, 110 comunicações coordenadas, 7 GTs, 12 mesas
redondas, além das conferências e dos cursos. Esse número tão elevado de
comunicações leva-nos a uma projeção de grande participação, também, de alunos
dos cursos lato sensu, das
graduações, além de profissionais da rede de ensino. Estimamos que o Simpósio
poderá abrigar quase mil participantes numa previsão, é claro, otimista, diante
dos dados que temos até agora.
São números de
fato excelentes, mas vocês devem estar encontrando dificuldades com a greve.
Como a ANPUH tem se estruturado diante dessas dificuldades?
VF: De fato a greve, que se estende pelas maiores
universidades do Rio de Janeiro tem dificultado, em muito, a circulação das
informações. Estamos, mesmo em greve, com um plantão na UFF (Campus de Gragoatá
– Bloco O – Sala 519) às 4ªs. feiras de 9 às 16h. No dia 30 de junho e nos dias
13 e 14 de julho também teremos plantão no mesmo horário e local. A ANPUH tem
um novo número de telefone (21)9807-5558, que atende no horário comercial, mas
que dispõe de Caixa Postal para o interessado deixar seu recado. Lembramos
também que os textos finais deverão ser enviados para a Caixa Postal 105040,
não se esquecendo os colegas de colocar
o CEP 24231-970, Niterói – RJ, endereçando a correspondência à Presidente do
Núcleo Vânia Leite Fróes. O serviço de Secretaria foi inteiramente reformulado,
criando-se uma infraestrutura para melhor controle do material que nos chega,
com banco de dados que facilita a classificação e ordenação do material. As
bolsistas Sabina dos Santos Costa, Raquel Alvitos e Andréia Cunha são as
responsáveis pela Secretaria. A ANPUH tem novo e-mail [email protected].
Estamos cadastrando os endereços eletrônicos de todos os inscritos e pedimos
que nos enviem seus e-mails para o endereço acima. Até o final do mês a ANPUH-RJ
terá o seu site na internet. Fiquem atentos, pois ele será
amplamente divulgado.
E os prazos
para a entrega dos textos finais deverão ser mantidos?
VF:
Em nossa 3ª. circular comunicamos aos interessados que o texto deveria ser
entregue até 30.06.00. Tivemos, porém, algumas dificuldades no envio dessa
correspondência, pois muitos inscritos esqueceram de colocar seus endereços, o
que exigiu dos organizadores um imenso esforço para localizá-los. Em face
dessas dificuldades a Comissão Científica fez um novo adiamento de prazos para
o dia 14 de julho. Nenhum texto será aceito após essa data. Gostaríamos de
pedir a compreensão de todos os colegas pois, os prazos estipulados precisam
ser cumpridos para que possamos providenciar tudo a tempo. A Comissão também
entende que a Comunicação só será aceita com a documentação completa, incluindo
o texto final, em impresso e disquete.Não aceitamos textos enviados por
internet.
E a publicação dos Anais?
V.F.:
Os Anais do Encontro de Vassouras sairão para agosto e serão distribuídos para
aqueles que se inscreveram no Simpósio de Vassouras. Os outros interessados
poderão adquiri-los, pois estarão disponíveis para venda. A organização desses
Anais está a cargo da Profa. Dra. Lana Lage da Gama Lima, que coordenou o Simpósio
anterior. Quanto aos Anais do Simpósio “Memória, História e Comemoração” nossa
idéia é editá-los imediatamente. Existe uma indicação da Comissão Científica
para editar as comunicações livres em CD Rom e as comunicações coordenadas,
conferências e mesas em livro. Para que possamos editar o material de nosso
Simpósio, é necessário termos todos os textos reunidos, pois as instituições
financiadoras exigem uma primeira versão do material para efetivar qualquer
ajuda. Assim, para que possamos editar até dezembro os Anais do Encontro de
2000 (e esta é a nossa intenção) precisamos dos textos em mãos o mais
rapidamente possível. Mas convém acrescentar, também, que como todos nós
sabemos, em qualquer encontro científico é regra básica que se tenha o texto
completo para exame da Comissão Científica.
Passemos agora a um outro
assunto. E a Pós-Graduação Interinstitucional UFF / UNI-OESTE?
V.F.:
Já está em pleno funcionamento. A Comissão realizou a seleção neste mês, tendo
sido aprovados para o Doutorado, 9 dos 12 inscritos e para o Mestrado, 20 dos
36 inscritos, sendo 15 os classificados. Ficamos bastante satisfeitos com os
resultados obtidos, com o bom nível dos projetos apresentados, particularmente
do Doutorado. A viagem também possibilitou-nos constatar o prestígio de nossa
Pós-Graduação e o entusiasmo da UNIOESTE com a Pós Interinstitucional. A
instalação da banca contou com a presença da Reitora e demais autoridades da
UNIOESTE e estamos certos que a parceria dará bons frutos. A coordenação local
foi bastante eficiente e o material para a homologação do concurso já foi
entregue ao nosso Coordenador Prof. Dr. Guilherme Pereira das Neves.
E os Cursos, quando começam?
V.F.:
A aula inaugural está prevista para o dia 19 e a Comissão encarregada da Pós Interinstitucional
UFF/UNIOESTE está selecionando e escalonando os cursos e docentes que enviaram
suas propostas. Enfim, a impressão que nos ficou é de que estamos realizando
uma tarefa nova, mas extremamente gratificante do ponto de vista
acadêmico. Voltamos todos entusiasmados com as boas perspectivas deste
trabalho.
Calendário de
Reuniões
|
Plenária / Comissão |
Mar |
Abr |
Mai |
Jun |
Jul |
Ago |
|
GHT |
|
19 |
17 |
28 |
|
|
|
PGH |
|
|
03 |
07 |
05 |
|
|
Acadêmica |
|
26 |
24 |
14 |
12 |
|
|
Bolsas e Planejamento |
|
26 |
24 |
14 |
12 e 19 |
|
|
Editorial |
|
26 |
24 |
14 |
12 |
|
|
UNIOESTE |
|
27 |
24 |
14 |
12 |
|
|
Pessoal |
|
|
10 e 31 |
21 |
24 |
|
|
Gestão |
|
|
10 e 31 |
21 |
19 |
|
|
Biblioteca |
|
|
10 e 31 |
21 |
19 |
|
|
Plenária / Comissão |
Ago |
Set |
Out |
Nov |
Dez |
|
GHT |
|
13 |
11 |
29 |
|
|
PGH |
|
20 |
18 |
|
06 |
|
Acadêmica |
|
27 |
25 |
|
13 |
|
Bolsas e Planejamento |
|
27 |
25 |
|
13 |
|
Editorial |
|
27 |
25 |
|
13 |
|
UNIOESTE |
|
27 |
25 |
|
13 |
|
Pessoal |
|
06 |
04 |
08 |
20 |
|
Gestão |
|
06 |
04 |
08 |
20 |
|
Biblioteca |
|
06 |
04 |
08 |
20 |
|
EXPEDIENTE |
||
|
O Correio da História é uma publicação mensal da Área de História
da Universidade Federal Fluminense - UFF |
||
|
Departamento (GHT) |
Coordenação da Graduação
(GGH) |
Coordenação da
Pós-Graduação (PGH) |
|
Chefe: |
Coordenadora: |
Coordenador: |
|
Carlos Augusto Addor |
Márcia Motta |
Guilherme P. Neves |
|
Subchefe: |
Subcoordenador: |
Subcoordenador: |
|
Mariza Soares |
Paulo Knauss |
Ronald Raminelli |
|
|
|
|
|
Responsável pelo Edição: |
Home Page da Área de
História: |
Responsável por esta
edição: |
|
Ronald Raminelli |
Carlos Augusto Addor |
|
|
|
e-mail:
[email protected] |
|
|
Campus do Gragoatá, Bloco
O, 5o andar - 24210-350 - Niterói RJ - Brasil - Tel/Fax: + 55 21
620 8360 |
||