As histórias envolvendo membros da banda são numerosas. Por exemplo, em 1983, membros do grupo estiveram envolvidos na tomada de uma base de mísseis na Itália por parte de ativistas anti-armamentistas. Em outra ocasião, ocuparam um teatro em Londres durante dois dias, promovendo um festival anarquista, e resistiram firmemente a ação violenta da polícia (nesse show tocaram várias bandas, entre elas o CONFLICT, que adotaria o símbolo do festival 'Ocupar e resistir' como logotipo da banda).
Percebe-se em várias partes da literatura anarquista moderna citações da banda. Por exemplo, nesta passagem no livro de Thomas E. Bridges da universidade de Yale:"Quando a revolução tiver se concretizado, quando a anarquia tiver finalmente sido alcançada, devemos dedicar dois minutos de silêncio em nome do CRASS.". E merecem, pois nenhuma outra banda manteve tanta coerência entre seus predicados e seus atos. Agiram com integridade e traçou o caminho para todas as bandas punks que vieram depois deles.
"Sim, pode-se comercializar uma revolução. Mas nós não queremos comercializá-la, queremos fazê-la." (declaração da banda em 83)