Respondendo a Fred Collins

1) As notícias que chegam do Kosovo desmentem, de uma forma geral, tudo o que a Nato disse para justificar a agressão.

No Kosovo, os protegidos da Nato, e na presença das tropas da Nato, dedicam-se à perseguição violenta de todos os que não são da sua etnia.

Os criminosos dominam e talvez nunca como agora o ódio e a tensão étnica tenham sido tão grandes naquelas martirizadas terras.

De igual modo vão sendo desmascaradas as falsificações que a Nato profusamente usou nos dias do conflito. O que se torna claro é que na Nato mesmo as personalidades do mais alto nível, como o general Clark, não hesitaram em mentir para defenderem a barbárie.

2) A questão da pena de morte é uma questão de cultura, de civilização e de humanismo e não de opção político/partidária. É neste contexto que deve ser enquadrada e combatida ali onde existe.

3) Se bem percebi o que disse, quer o Presidente actual dos EUA, quer o futuro são defensores da pena de morte!

É curioso... Não me parece que esta situação esteja a suscitar a indignação, que justamente merece, nem que se esteja a sublinhar

a gritante contradição em que caem os dirigentes de Washington ao apresentarem-se simultaneamente como os grandes defensores dos direitos humanos... Nem mesmo a Amnistia Internacional...

4) Quem será o próximo presidente dos USA, um republicano ou um democrata?

A resposta interessará muito aos aficcionados e em particular aqueles que se aprestam para ocupar os lugares na administração do país. Mas, para a determinação da essência da política estadunidense é irrelevante!

5) Os militares estadunidenses acabarão por regressar a casa, embora isso não deva acontecer nos anos mais próximos, como resulta, quer da agressão à Jugoslávia, quer do aumento do orçamento militar norte americano.

A médio prazo é bem mais provável, que os senhores de Washington se lancem em mais uma aventura no exterior. Na Colômbia, por exemplo. A ver vamos!

6) Falou de Cuba. Roubaram de lá um menino, como sabe!

Que vergonha, que profunda degradação ética, usar uma criança de 6 anos para fazer política, política eleitoral e provocatória!

Parece que para certos meios de Washington a máfia de Miami é quem mais ordena. Felizmente, o povo dos Estados Unidos, a acreditar nas sondagens, sabe onde está a justiça! Bem ajam!

 

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