As Responsabilidades da Nato

 

O que não é aceitável é que se procure utilizar as "valas comuns e os massacres", que agora se descobrem, para justificar a guerra, por todas as razões já aduzidas e também pelo simples facto de que as datas apontadas para a ocorrência desses acontecimentos serem posteriores ao início da agressão, 24 de Março, recorde-se.

São consequências, que eram absolutamente previsíveis, das acções da Nato.

Esta não pode agora enjeitar as responsabilidades, que também tem nestes actos, embora seja o que está a fazer.

Não é isso que altera a realidade: sem a guerra, que a Nato quis fazer, muitas, senão todas, as pessoas que desapareceram estariam ainda hoje entre nós.

 

 

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