Ditinha: de Ouro Fino para Campinas

Benedicta Monteiro da Silva Pereira, ou simplesmente Ditinha, 69 anos, embora mineira de Ouro Fino, mantém laços fortíssimos com Campinas. Nasceu no sul de Minas Gerais, vindo para Campinas aos 3 anos, de idade, em 1932. Foram seus irmãos Carlos, Odete e Nadir os primeiros a freqüentar a então Igreja Presbiteriana Independente de Campinas, levados pelo presbítero Júlio Dias de Oliveira. Depois viriam a mãe, Olga, o pai João Caetano Monteiro e todos os irmãos. Ditinha é o membro mais antigo da igreja da rua Luzitana. Em dezembro completou 55 anos de profissão de fé, realizada em 31 de dezembro de 1943, perante o reverendo Orlando Ferraz.

Na Igreja fez de tudo. Foi professora da Escola Dominical, corista, umpista – só não ocupou a presidência —, sócia fundadora e presidente do Lar Alice de Oliveira, presidente da Sociedade Auxiliadora de Senhoras (SAS), diaconisa por 30 anos, mãe de Betel. No quatriênio 90-94, ao lado do marido Lindenberg da Silva Pereira, liderou a Coordenadoria Nacional dos Adultos (CNA), “emprestada” pela Primeira IPI.

Professora por “33 anos, um mês e 17 dias”, como faz questão de sempre relembrar, ajudou na formação de muitas criancas. Algumas delas eram de Betel, Lar da Igreja, quando a entidade sediada em Sorocaba, ficava em Campinas. Ensaiou o grupo para alguns natais.

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