Carl Jung nasceu
em Zurique, e com o tempo começou a traçar uma amizade
com o médico
Freud, escrevendo-lhe cartas de admiração sobre suas pesquisas.
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Contudo, Jung
começou a aprofundar-se nas teorias do amigo, questionando
algumas delas
e elaborando outras em cima destas teorias, o que gerou a
separação
definitiva da amizade de anos dos dois.
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Jung, foi um grande
adepto do ocultismo, como se pode concluir das suas
leituras filosoficas
do Tarô. Sua infancia foi regida por sua mãe espirita,
seu pai pastor,
e por objetos que constante voavam pela
sua casa e quebravam-se
sem causa aparente. Com
tudo isto,
desde muito cedo, Carl Jung teve outra noção do
realismo da vida
e suas interpretações.
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Nas teorias sobre
o sonho, Jung não descartava a hipotese de alguns
destes movimentos serem mensagens do inconciente, incluindo
a teoria, de que estes sonhos continuavam enquanto estavamos
acordados,
porem não nos davamos conta devido a tantos
estimulos e ruidos
externos.
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A linha mais popular,
lembra-nos grotescamente uma teoria de
Freud e não
de Jung, de que símbolos presentes em sonhos
(como a faca)
teriam associações diretas e livres.
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Já a teoria
dos simbolos de Jung tem uma conotação mais ampla e está
interligada a
outros símbolos, formando uma cadeia e denotando uma
extensão
e flaxibilidade que esta análise permite.
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Para Jung, na
sua teoria do inconciente continha muito mais possibilidades
que a teoria de
Freudiana permitia. Sua teoria englobava várias
camadas de situações
analiticas, que estruturavam visões, dons, instintos
e até mesmo
potencialidades misticas.
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Desta primeira teoria surgiu a definição do inconciente coletivo
e a captação deste por um individuo que compartilhasse
desta memória
universal comum a todos os homens. O psiquiatra
definiu estes
simbolos como arquetipos: o pai, a mãe, a criança,
a sombra, entre
outros. São semelhantes a todos desde os primordios
dos tempos.
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Os arquetipos
criaram uma Mandala de simbolos, na qual ao
centro se encontraria o simbolo-chave para a humanidade e o
equilibrio do
ser humano. Os sonhos, assim, fariam parte do
processo da "unidade
individual" do homem.
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