Uma hora e vinte e três minutos. Madrugada. Jack volta a atacar. Ele não queria, mas é preciso. Encontra uma loura na esquina. Ela pergunta o que há. Não há nada de errado, eu vou matá-la. Ela o interroga, apavorada, sobre o motivo de tal brutalidade. Jack não hesita, não se atrapalha na fala, não sua frio, não tem sentimentos. Vou matá-la simplesmente porque eu posso. Ela grita deseperada, pedindo ajuda. Mas não adianta, não há ninguém por perto. Jack pega sua faca com a canhota. Segura a moça pelos cabelos e corta lentamente seu pescoço, da direita para a esquerda. Ela não morre de imediato, o sangue jorra de seu pescoço e escorre pela calçada. Era disso que Jack precisava, uma morte para alimentar sua sede de sangue.
Cleverson L. Picolis
12/04/96
(quando eu estava na oitava série)